Coisas de valor

meu arco lindo

Você certamente já teve dias estranhos, onde coisas que não te importam, de repente, tornam-se um problema ou incômodo. Ficam lá martelando sua cabeça e te colocando pra baixo. Geralmente passa logo, mas se você não estiver atento e não entender as razões, corre o risco de só jogar sentimentos ruins debaixo do tapete e perder a oportunidade de aprender algo para a sua felicidade.

Tive uma semana inteira assim, complexa. Muitos ensinamentos e reflexões sim, como tanto gosto, mas o “tema” foi diferente. Todas as tensões (internas) tinham relação direta com posses, com “coisas”, dinheiro, bens de menor ou maior valor monetário. Estranhei porque não sou ligada nisso… Tenho, inclusive, uma lista bem pequena (cabe em uma mão e sobram dedos) de “coisas” que sonho ter e até essas tem significado profundo, não pura ambição. Então… por me senti assim? O que tinha que aprender com esses sentimentos? O que eu precisava entender ou reafirmar sobre mim mesma?

A resposta veio quando entrei no meu quarto, chateada depois de vários pensamentos conflitantes, e vi meu arco…

Fiquei um tempo tentando escrever porque fiz a foto acima e desisti. O sentimento foi tão profundo e tão revelador que precisei pegar a câmera (que também é parte do que existe dentro de mim) e traduzir em uma única imagem o valor que esse presente tem pra mim.

Não sei se vocês vão entender, de ver a foto, mas se pudesse colocar uma legenda seria essa:

Prefiro sim coisas que tem verdadeiro valor e essas luto para preservar. O restante não reflete quem eu sou e tenho todo o direito de pensar diferente. Quem cria a minha realidade sou eu.

Anúncios

Amor e proatividade

Dock

Não sei vocês, mas gosto de aprender. Aprender mais sobre mim, sobre a vida e sobre as pessoas que amo. Gosto de ser melhor. Dá trabalho, mas eu gosto. Aprendo todos os dias e quando algo é mais complexo, me debruço em reflexões até, de fato, acrescentar sabedoria ao meu caminho. Busco entender o que a vida me deu oportunidade de encarar de frente (ah! quase nunca é algo “legal”). Não sou vítima do que me acontece, sou criadora desse meu mundo, e tudo vem para me fazer melhor. Então… se preciso, levo dias, semanas, não me importo.

Essas últimas semanas elaborei, entendi e aprendi mais sobre dois pontos que são essenciais: amar e ser proativa.

Amar verdadeira e genuinamente elimina projeções e ego. Às vezes, você precisará admitir que errou e precisa ter humildade pra isso. Às vezes, você precisará perdoar um erro e precisa ter muito amor pra isso. Amar é real, superior, forte, construtivo e gera aprendizado constante (não é nada fácil, mas é o que mais vale a pena nessa vida). Amamos quem as pessoas são, não o que projetamos para que sejam – não podemos amar ilusões. Amor é entrega e escolha, é ação. É esse o amor que escolhi.

Ser proativa é não ser reativa. Reagir coloca sua felicidade no controle de outra pessoa que pode, conscientemente ou não, te fazer mal, te ferir, te prejudicar, ser irresponsável ou descuidado com os seus sentimentos. O rumo da sua vida passa a ser dirigido por algo fora de você… Pode isso? Não, né?! Ser reativa te faz um mero resultado, e sou muito mais do que isso. Sou proativa e desejo ser em tempo integral. É um processo, óbvio, mas avanço nele continuamente.

O que você aprendeu essa semana? Não precisa me contar, apenas pense.