Amor e proatividade

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Não sei vocês, mas gosto de aprender. Aprender mais sobre mim, sobre a vida e sobre as pessoas que amo. Gosto de ser melhor. Dá trabalho, mas eu gosto. Aprendo todos os dias e quando algo é mais complexo, me debruço em reflexões até, de fato, acrescentar sabedoria ao meu caminho. Busco entender o que a vida me deu oportunidade de encarar de frente (ah! quase nunca é algo “legal”). Não sou vítima do que me acontece, sou criadora desse meu mundo, e tudo vem para me fazer melhor. Então… se preciso, levo dias, semanas, não me importo.

Essas últimas semanas elaborei, entendi e aprendi mais sobre dois pontos que são essenciais: amar e ser proativa.

Amar verdadeira e genuinamente elimina projeções e ego. Às vezes, você precisará admitir que errou e precisa ter humildade pra isso. Às vezes, você precisará perdoar um erro e precisa ter muito amor pra isso. Amar é real, superior, forte, construtivo e gera aprendizado constante (não é nada fácil, mas é o que mais vale a pena nessa vida). Amamos quem as pessoas são, não o que projetamos para que sejam – não podemos amar ilusões. Amor é entrega e escolha, é ação. É esse o amor que escolhi.

Ser proativa é não ser reativa. Reagir coloca sua felicidade no controle de outra pessoa que pode, conscientemente ou não, te fazer mal, te ferir, te prejudicar, ser irresponsável ou descuidado com os seus sentimentos. O rumo da sua vida passa a ser dirigido por algo fora de você… Pode isso? Não, né?! Ser reativa te faz um mero resultado, e sou muito mais do que isso. Sou proativa e desejo ser em tempo integral. É um processo, óbvio, mas avanço nele continuamente.

O que você aprendeu essa semana? Não precisa me contar, apenas pense. 

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